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Do tá lento para o talento, saiba que não existe mudança fácil quando temos que estudar para tirar um acento ortográfico e ainda fazer com que palavras, até então de significados medíocres, sejam unidas para formar algo que justifique um grande efeito para que sejamos visto como alguém interessante.

Por outro lado quando somos referenciados pelo que fazemos é porque temos como adição a obstinação pelo colocar em pratica o que acreditamos ter nas mãos. É nessa viagem de ideias que podemos compor o que chamamos de vantagem competitiva, por onde tudo que imaginamos como criativo só terá ordenação quando coligado com entendimento combinado entre tempo, disposição e ousadia.

O sucesso de um profissional vem da bagagem, da escolha e aproveitamento dos meios por onde esteve, da visão de direção a seguir, pela composição do estimulo para superar as cobranças e avançar. Algo do tipo, como num final de copa do mundo, jogo empatado, alguém é derrubado na pequena área, um pênalti, a maioria disfarça, mas alguém se dispõe a levantar a mão e sair para cobrar.

Bom, se foi gol ou não, tanto faz, mas fico pensando sobre os valores e a autoconfiança dos que conseguem se antecipar e o que isso é importante para a formação do equilíbrio pelo enfrentar vitórias, fracassar e continuar buscando o que se acredita.

É o desafio e seu resultado que faz acontecer às coisas, e do jeito que o mundo vai sempre se complicando, hoje quem não aceita enfrentar o lado das dificuldades, dificilmente terá o reconhecimento, que está sempre pela medição do que fazemos de hoje para o futuro.

A história que fica para o futuro tem a ver com o que ainda não fizemos, ou seja, para ser melhor temos que ter adições ao que somos hoje e isso se encontra guardado dentro de cada um esperando pelo se soltar rumo ao uso. Fica aqui algo do tipo temos que ser mais, que conseguir sair dos sonhos pelo desejo de viver rumo a uma dinâmica felicidade, superando a imposição das exigências e conquistando o prazer pelas coisas a partir das mais simples.

*Por:Sérgio Dal Sasso:  Empresário palestrante e escritor

A estratégia de negócios é habilitada pelos funcionários. Sem as pessoas corretas, não se faz nada.

*Por: Carlos André

O grande desafio de uma empresa em início de operações é, sem dúvida, a escolha dos profissionais que farão parte da equipe. Pessoas são a chave do sucesso de qualquer companhia, em especial, das menores. A estratégia de negócios da organização é habilitada pelos funcionários. Sem as pessoas corretas, não se faz nada.

É comum que, durante o processo de recrutamento e seleção, as start-ups se encantem com aqueles que têm experiências em grandes empresas. Acham que esse fator por si só traz o talento e a competência de que precisam para seu crescimento. Essa, na verdade, é uma grande cilada. Obviamente, aspectos técnicos podem e devem ser observados. Contudo, os responsáveis pelo recrutamento da equipe precisam verificar, principalmente, o perfil empreendedor e a capacidade de trabalhar em uma organização pequena e com poucos recursos.

O empreendedorismo deve ser uma característica comum na busca por todos os profissionais, não somente do dono. Além disso, a personalidade desses profissionais precisa ser compatível com a do empregador. Os funcionários precisam ter agilidade, flexibilidade, energia e capacidade de superar obstáculos e se manter otimista diante das mais adversas situações, que certamente aparecerão.

No caso específico da equipe de vendas, estas características são ainda mais necessárias. O profissional deve saber lidar com a frustração do ‘não’. Ele precisa ir atrás de novos negócios sem se entregar às negativas recebidas. É necessário identificar se o perfil do candidato se encaixa com os atributos da carteira de contas que irá atender. Se é hunter, como chamamos o vendedor que procura novos clientes, ou se é farmer, o que cultiva os relacionamentos já estabelecidos anteriormente.

É importante destacar também que, no momento da contratação, é preciso negociar a visão de futuro da companhia com o vendedor e entregar uma proposta que esteja alinhada com a estratégia e perspectivas de crescimento da empresa. Isso faz com que o profissional tenha uma ligação maior com a companhia e se sinta parte fundamental da equipe. Por isso, o acerto da oferta entre venda de futuro e salário é tão importante. Deve-se ter em mente que vendedor caro é aquele que não vende.

Outro caso peculiar é a contratação para a área de marketing. Além da características que já mencionamos do perfil dos vendedores, o profissional deve ter ainda muito jogo de cintura. O trabalho tem que ser desenvolvido com quase nenhum recurso. É necessário dar um tiro certeiro, com objetivo que esteja alinhado à estratégia de negócios da empresa.

Contrate devagar. Escolha as pessoas cuidadosamente. São diversos fatores que precisam ser considerados, por isso o processo deve ser cauteloso. Contudo, se perceber que errou na contratação, demita imediatamente. Prolongar a estadia de alguém com perfil errado contamina negativamente o time e quem perde é a empresa.

Diante de tudo isso, nem sempre as grandes corporações são o local ideal na busca por profissionais para atuação em uma start-up. Existem empreendedores em grandes empresas, mas as maiores chances estão nas empresas menores ou nas próprias start-ups, com porte e processos semelhantes à sua companhia.

Levando em consideração o perfil, a capacitação técnica e a proposta de trabalho adequado, você terá os pilares certos para formar uma equipe que levará sua empresa ao êxito.

*Carlos André é vice-presidente geral para a América Latina da Informatica Corporation

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•    Talento – “Nós somos bons em atrair, motivar e reter pessoas competentes e engajadas”
•    Velocidade – “Nós somos bons em fazer mudanças importantes acontecerem rápido”
•    Reputação – “Somos bons em garantir que clientes e funcionários tenham experiências positivas com nossa empresa”
•    Desempenho – “Somos bons em fazer o que nos traz bons resultados”
•    Colaboração – “Somos bons em fazer parcerias que garantam eficiência e aumentem os resultados”
•    Aprendizado – “Somos bons em gerar e colocar em prática ideias que tenham impacto”
•    Liderança – “Somos bons em ter líderes que entregam os resultados certos, da maneira certa; que carreguem nosso estilo de liderança”

*Fonte: Norm Smallwood no blog da Harvard Business Review

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