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A expressão Qualidade de Vida no Trabalho é bastante ampla, porém na análise desta é de fundamental importância um clima organizacional positivo. Na realidade, muitas das empresas passaram a se preocuparem com a qualidade de vida, seja no trabalho ou no ambiente extra-organizacional das pessoas que atuam na empresa como base para maximizar a qualidade de produtos e serviços. É essencial investir em atividades que visem a melhoria da qualidade de vida dos funcionários e as atitudes que busquem o aperfeiçoamento do ambiente de trabalho. Daí ressalta-se a importância da avaliação do clima organizacional.

Pesquisas sobre níveis de satisfação no ambiente de trabalho são importantes para minimizar conflitos entre as necessidades dos indivíduos e das organizações, pois através do conhecimento das aspirações, dos desejos e das necessidades dos funcionários, medidas poderão ser adotadas, de modo que a organização possa alcançar seus objetivos institucionais e atender as expectativas dos indivíduos no trabalho.

Da análise das definições de clima organizacional, bem como do conjunto das variáveis, processos e/ou propriedades independentes que afetam o mesmo, verifica-se que quando os objetivos organizacionais estão em consonância com as expectativas dos empregados, existe uma tendência para que a empresa tenha sucesso, como consequência de um melhor desempenho humano no trabalho.

Como não há no Brasil a rotina formalmente instituída de pesquisar, de um modo geral, ainda se trabalha muito no “achismo”. Com relação às pesquisas de clima, a situação não é diferente, a comprovação disso é que existem poucas publicações em revistas especializadas e livros sobre o assunto. Embora na década de 30, a ideia de clima organizacional já estivesse implicitamente presente na proposta da Escola das Relações Humanas, de Elton Mayo, quando realizou o experimento de Hawthorne, o que transparece ainda hoje nas organizações é a preocupação com o desempenho dos indivíduos para a execução das metas organizacionais e pouca atenção é dada à realização desses indivíduos dentro da organização.

É necessário que o administrador brasileiro entenda a importância do estudo de clima organizacional para um diagnóstico geral das empresas, bem como melhor entendimento da dinâmica organizacional. Em geral, é um processo que demanda disponibilidade de tempo e recursos, os quais nem sempre se acham conciliados para o pesquisador, além do que é preciso que os dirigentes tenham coragem para aplicar pesquisa de clima organizacional entre os funcionários, pois esta revela pontos fortes da gestão empresarial, mas também aspectos que precisam ser melhorados, e são justamente esses últimos que nem sempre recebem a devida atenção da alta direção, por negligência, medo de perda do “status quo”, resistência às mudanças, desconhecimento, acomodação, entre outros.

Os benefícios decorrentes de uma pesquisa de clima para a empresa são muito vastos, dentre eles podem ser citados: medir o grau de satisfação dos funcionários com a empresa, com o trabalho em si e com os colegas de trabalho; subsidiar a empresa na adoção dos novos modelos de gestão, novas ferramentas de trabalho, verificando se as pessoas estarão propícias à adoção ou não destes novos modelos ou ferramentas de trabalho; melhorar a qualidade das relações de trabalho; desenvolver cultura gerencial participativa; identificar lacunas organizacionais, melhorando a imagem da empresa perante os clientes internos e externos etc.

Em suma, dentro da Qualidade de Vida no Trabalho – origem, evolução e perspectivas -, está um ambiente saudável, caracterizado não somente por condições de trabalho seguras e salutares, mas também por uma atmosfera psicológica sadia, o que só é possível averiguar através de uma pesquisa de clima organizacional séria, consistente e coerente. Na realidade, um clima organizacional favorável dentro do contexto profissional constitui importante passo para a Qualidade de Vida no Trabalho e melhoria da Qualidade de Vida do indivíduo.

*Por:   Mônica Mello para o RH.com.br

Antes, os funcionários, poucas vezes reconhecidos pelo esforço braçal, dedicavam-se ao trabalho apenas como fonte de renda e os mais ambiciosos chegavam ao cargo de “chefe”. No mundo globalizado não existe lugar para aqueles que não querem vencer, principalmente nos grandes centros.

Investimento em educação, estudos, idiomas, empreendedorismo, profissionalismo, responsabilidade e uma pitada de pró-atividade, são essenciais. Depois de muito empenho e trabalho, traçando metas e objetivos, com certeza chega-se a uma colocação de responsabilidade dentro das corporações.

Atualmente, o emprego, formal ou não, deixou de ser visto como era antigamente. Muitas pessoas procuram fazer aquilo que gostam, identificam-se com o trabalho e conseguem alcançar bons resultados na carreira profissional, agregando grande valor à empresa com resultados positivos.

Mas, não é fácil. Nem todos conseguem alinhar o útil ao agradável. E, juntamente com os esforços para sobreviver na atualidade, vem a sobrecarga, a pressão, o estresse, a concorrência e outros fatores do mundo moderno que impactam na saúde das pessoas, diminuindo seu resultado dentro das corporações, trazendo sérios problemas de saúde que aparecerão com o passar dos anos, ou não. Existem soluções para melhoria.

Uma boa parte das empresas já identificou e investe nas pessoas e na qualidade de vida delas, surgindo assim a QVT (Qualidade de Vida no Trabalho) ou ainda a GQVT (Gestão da Qualidade de Vida no Trabalho), terminologias que têm sido bastante difundidas nos últimos anos. É um assunto abrangente e muito interessante, mas que deixaremos para um próximo artigo.

Voltando ao nosso tema principal, da mesma maneira que as corporações investem em seus colaboradores, cobram por resultados, e muitos profissionais não suportam a pressão e a correria diária dos grandes centros. Quanto a isso, acabam se sentindo insatisfeitos com o trabalho e, muitas vezes, com a vida que levam. Então, qual é a opção?

Para melhorar de qualidade de vida, muitas pessoas deixam as grandes cidades e mudam-se para o interior do país na busca de tranquilidade, menos pressão, menos estresse, ar mais puro, menos trânsito e um trabalho menos agitado. Na verdade encontram tudo isso e muito mais, mas é preciso estar preparado, geralmente esta mudança radical não passa de uma aventura temporária. Alguns chegam a abrir uma empresa, mas será que estão organizados ao ponto de administrar seu próprio negócio?

Outras pessoas conseguem uma boa recolocação no “novo” mercado de trabalho, no entanto encontram uma cultura organizacional bem diferente dos grandes centros, a que estão acostumados. No começo parece uma maravilha, mas com o passar do tempo, vira monotonia e o cotidiano começar a ficar cansativo “pesado” e sem graça.

Para os profissionais mais pró-ativos e empreendedores, em alguns casos, essa recolocação acaba sendo uma grande sobrecarga, pois absorvem muitas atividades e acaba esbarrando na burocracia (controle centralizador), na administração familiar e na política “regionalista”, que favorece as pessoas da região, ignorando todo o esforço do profissional para alcançar o reconhecimento que, às vezes, demorar a chegar. Isso tudo, como passar do tempo pode virar uma frustração e a tão sonhada qualidade de vida transforma-se em um grande vilão, fazendo com que as cobranças sejam de você para você mesmo.

Lógico que essa mudança também pode dar certo. Seja no interior ou em cidades menores existem empresas muito organizadas e, neste caso, pode-se encontrar a tão procurada qualidade de vida, aliada à realização profissional e pessoal, ou seja, unir o útil ao agradável.

Mas, qual a melhor maneira de encontrar a qualidade de vida? Qualidade de vida também é mudança de hábito, e a preparação é fundamental. Você gosta de praticar esportes? Tem algum hobbie? Um bom relacionamento com os companheiros de trabalho, amigos, família, lazer, estão ligadas diretamente com a qualidade de vida, porém o mais importante é fazer aquilo que você gosta ou, ao menos, fazer com alegria, empolgação e motivação, ESTAR BEM COM VOCÊ.

Então, prepare-se, programe-se, tente se conhecer e veja qual a melhor maneira de você mudar seus hábitos. Estabeleça objetivos para alcançar e investir na sua qualidade de vida, seja onde estiver.

Por: Luís Fernando Limongi França Guilherme – Rh.com

Não escrevo artigos de cunho religioso e respeito todas as religiões que sinceramente pregam o bem. Porém, algumas datas de comemorações religiosas me fazem refletir sobre o significado que possuem. A Páscoa é uma delas.

O que entendo sobre a Páscoa é seu sentido de renovação, renascimento. Durante a vida, quantas vezes não precisamos renascer, nos renovar? Abandonar velhas estruturas, maneiras de ser, para adotar novas, diferentes? É algo fundamental para que continuemos vivos de maneira gratificante.

O ser humano geralmente não gosta de mudanças. Mudar-se ou mudar algo significa “matar” uma antiga estrutura, postura, jeito de ser, pensar, agir, para começar algo novo, portanto ainda não inteiramente conhecido, às vezes nada conhecido. Somos resistentes a novos inícios, nos acomodamos em muitas ocasiões, por temermos mexer no que, por pior que seja, já nos é familiar. Claro, há vezes em que a situação está tão ruim, tão claramente demandando modificações, que as mudanças são desejadas e bem-vindas, mas o usual é que tentemos ao máximo nos prender ao que já está estabelecido.

Mudar por mudar, não é essa a questão. Mudar, renovar, é necessário sempre que significar uma melhora, uma libertação, mais maturidade, crescimento, mais alegria de viver. Há quem deliberadamente viva se reinventando, mudando sua vida, não porque realmente enxerga uma necessidade positiva nisso, mas porque não consegue, ou não quer, se dedicar sinceramente a um empreendimento. Isso se faz por medo de responsabilidades, de vínculos, por autossabotagem para não se estabelecer e crescer. Mas não é esse sentido que quero destacar, e sim aquele de que sejamos conscientes de que, sempre que for necessário, façamos um esforço para superar o medo do novo, de tentar, e sigamos novos e melhores rumos para nós e nossas vidas.

Pessoas passam anos reclamando, cometendo os mesmos erros, numa mesma rotina por vezes sufocante, porque acham que se tentarem mudar de vida e de comportamento será pior, que não tem jeito mesmo, melhor se resignar e aceitar o que têm… Isso é uma pena. Quantas chances de ter uma vida melhor são desperdiçadas, por temor, ideias erradas de incapacidade, falta de conhecimento do próprio potencial. Aliás, mais uma vez, é o autoconhecimento que nos dá elementos para saibamos o que somos, queremos, como e quando devemos alterar nossos roteiros de vida e a nós mesmos.

Para aqueles que acreditam, Jesus Cristo ressuscitou. A ideia de ressurreição é interessante para todos, independente de serem cristãos ou não, para quando sentirem que precisam de mudanças em suas vidas. “Morrer” para uma situação ruim e “ressuscitar” para uma melhor. Com consciência, ouvindo seus medos, pois eles podem dizer algo de positivo, mas não se deixando dominar pelo medo que paralisa, diferente daquele que adverte e faz ser cauteloso. Com confiança em si, em seu potencial e seus conhecimentos, ciente de sua força para superar obstáculos e seguir em frente.

Não há becos sem saída na vida, com exceção daqueles que imaginamos para nós. Há a chance de renascer para uma existência melhor. Isso depende da vontade própria e de quanto nos conhecemos para prosseguir da melhor maneira possível, sem tantas cobranças de ter de acertar sempre o tempo todo.

Ser livre para renovar-se sempre que perceber a necessidade. Uma grande conquista interior que nos torna mais felizes, fortes e preparados para a vida.

*Por: Marcus Facciollo

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•    Talento – “Nós somos bons em atrair, motivar e reter pessoas competentes e engajadas”
•    Velocidade – “Nós somos bons em fazer mudanças importantes acontecerem rápido”
•    Reputação – “Somos bons em garantir que clientes e funcionários tenham experiências positivas com nossa empresa”
•    Desempenho – “Somos bons em fazer o que nos traz bons resultados”
•    Colaboração – “Somos bons em fazer parcerias que garantam eficiência e aumentem os resultados”
•    Aprendizado – “Somos bons em gerar e colocar em prática ideias que tenham impacto”
•    Liderança – “Somos bons em ter líderes que entregam os resultados certos, da maneira certa; que carreguem nosso estilo de liderança”

*Fonte: Norm Smallwood no blog da Harvard Business Review

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