Archive for janeiro, 2012


* Por Patrícia Bispo

Muito se fala sobre os programas com foco na integração de profissionais que ingressam nas organizações e até mesmo entre aqueles já fazem parte do quadro funcional. Da mesma forma que a integração – para os que iniciam uma nova fase na carreira – é importante para o desempenho desses profissionais na empresa, também se torna relevante realizar esse trabalho junto às lideranças. Isso porque a empresa deve ter uma visão estratégica da atuação dos seus líderes, afinal são eles que mantêm contato mais próximo com os demais colaboradores e isso, por sua vez, os tornam porta-vozes das corporações. Apresento a seguir 10 ótimas razões, para que as empresas desenvolvam atividades que integrem seus gestores.

1 – A organização que acredita na importância de integrar suas lideranças cria a rica oportunidade de estreitar o relacionamento entre a alta direção e os líderes. Dessa forma, aumentam as chances de identificar os pontos positivos da gestão, como também aqueles considerados negativos ou falhos, que precisam ser trabalhados rapidamente antes que tragam danos irreversíveis à companhia.
2 – Quando a empresa investe em ações que integram suas lideranças, promove-se o fortalecimento da cultura organizacional. Isso porque são os líderes quem estão próximos dos demais colaboradores e se tornam porta-vozes da organização, uma vez que transmitem informações, evitam que os boatos ganhem força nos corredores da organização, entre outras tantas atividades pertinentes a quem comanda uma equipe.
3 – Líderes que participam de ações de integração possuem a chance de trocar valiosas experiências adquiridas no dia a dia corporativo. Como exemplo, podemos citar um gestor que enfrenta um momento de conflito dentro da sua equipe e está com dificuldades de resolver o problema. Ao dividir o fato com os demais gestores, outra liderança poderá apresentar uma situação similar que vivenciou com seus liderados e mostrar como solucionou a questão.
4 – A integração entre líderes permite que profissionais de gerações diferentes como, por exemplo, os da X e Y cortem arestas existentes e quebrem paradigmas. Quando isso ocorre, estimula-se a soma do conhecimento adquirido ao longo dos anos com a inovação – fator indispensável para uma corporação competitiva, que deseja assegurar seu espaço no mercado.
5 – A troca de experiências e o melhor entrosamento entre profissionais de gerações diferentes, geralmente, resultam na abertura para a criatividade. Com o potencial criativo estimulado, surgem novas propostas que podem apresentar-se através de produtos inovadores ou até mesmo ideias que levem à redução de custos.
6 – Durante os momentos de integração direcionados aos líderes, a área de Recursos Humanos pode investir no desenvolvimento de competências comportamentais e que são consideradas fundamentais para a organização. Isso permitirá, ainda, que todos os líderes tenham a mesma chance de crescimento e ascensão profissional na empresa. Caberá a eles emprenharem-se para conquistar novos horizontes.
7 – Além do desenvolvimento de competências, as ações de integração permitem que os gestores saiam da rotina vivenciada no ambiente de trabalho. Em determinados momentos, algumas empresas optam pelos programas de imersão. Isso permite que os profissionais tenham novas experiências em locais agradáveis e que os fazem ter um melhor aproveitamento no final do processo.
8 – A empresa que se preocupa em estimular a integração entre os gestores, cria entre eles laços de afinidades e de espírito de equipe. Hoje, não são raros os casos de companhias que observam uma disputa acirrada entre departamentos, como se um fosse mais ou menos relevante do que o outro. No entanto, todos os profissionais e os departamentos contribuem para o sucesso ou o fracasso do negócio.
9 – Diante de um clima organizacional saudável, aonde a competitividade é vista pelos gestores como um processo natural e construtivo, existe uma tendência à atração e à retenção de talentos.

10 – Como qualquer outro profissional, aqueles que ocupam os cargos de liderança também precisam ser valorizados pela organização. Reuni-los apenas para cobrar resultados pode torna-se um fator que influencie o aumento do percentual de turnover.

*Patrícia Bispo é formada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo, pela Universidade Católica de Pernambuco/Unicap.

“O pessimista se queixa do vento, o otimista espera que ele mude e o realista ajusta as velas”

William George Ward

São vários os momentos da vida nos quais nos deparamos com grandes escolhas. As tais crises existenciais não são somente aquelas nas quais nos perguntamos “quem sou eu?”, “que caminho devo seguir?” ou “por que estou aqui?”. Quase sempre os questionamentos são mais corriqueiros, como quando decidimos por um novo trabalho, uma viagem de final de ano ou o modelo do carro novo.

Apesar de tomarmos decisões a todo momento, o desafio de fazer a escolha certa é constante. Dia desses assisti a um treinamento sobre o tema onde o maior aprendizado foi: não existe escolha certa, existe sim o melhor processo de tomada de decisão.

Essa reflexão me fez pensar sobre o motivo pelo qual algumas pessoas têm sucesso e outras não: as escolhas feitas ao longo dessa jornada fazem toda diferença. Por conta disso, decidi adotar um modelo que agora compartilho com vocês.

1º passo: Estar consciente. Ter clareza da situação atual e dos possíveis impactos de cada escolha é a base da tomada de decisão, em minha opinião, é claro. Não basta olhar ao redor: é preciso olhar para dentro de si mesmo.  Segundo o dicionário Aurélio, consciência significa “atributo pelo qual o homem pode conhecer e julgar sua própria realidade; faculdade de estabelecer julgamentos morais dos atos realizados; conhecimento imediato de sua própria atividade psíquica; noção”. Nesse sentido, estar consciente é ter lucidez sobre a situação de forma holística. Apenas estando consciente é possível sentir-se responsável pelos próprios atos. Parece simples, mas não é, afinal quantas pessoas você conhece que vivem culpando coisas e pessoas pelo que lhes acontece?

2º passo: Ser coerente. Se você escolheu um caminho, então deve estar preparado para seguir por ele. Ouço muitas pessoas usarem a frase “cuidado com o que você pede, pois um dia pode se tornar realidade”. Isso é tão incoerente… ter “cuidado” com algo que se deseja não parece inteligente. Prefiro essa frase da seguinte forma: “prepare-se para o que você pede”. Ser coerente é agir de acordo com seus objetivos, afinal apenas definir um propósito não é garantia de realização. É preciso rever suas crenças, quebrar paradigmas não compatíveis com o que se deseja, adquirir novas capacidades, enfim: munir-se de competências. Não espere pelo vento, ajuste as velas.

3º passo: Manter a consistência. Algumas pessoas confundem persistir com insistir. Insistência é repetição, é “bater na mesma tecla”, é tentar vencer pelo cansaço. A persistência é tentar de formas diferentes alcançar um objetivo definido. Ser consistente é saber quando insistir e quando persistir. A consistência é algo de intenso fundamento, que tem propósito claro e demonstra força na sua sustentação. Construir bases sólidas é fundamental para manter-se firme no propósito.

Esse é um caminho que parece óbvio, no entanto para algumas pessoas é mais fácil encontrar desculpas para justificar a manutenção do status quo do que se desafiar a novas maneiras de fazer as coisas ou de se tornar uma pessoa melhor. Como diria meu amigo Cesar Souza, “você é do tamanho dos seus sonhos”. Lembre-se que para tornar sonhos realidade é preciso estar acordado e disposto. Afinal, a questão não é o preço que se paga, mas o preço que se está disposto a pagar. A promessa pode ser do outro, pode ser da vida, pode até ser apenas um chamariz, mas a decisão é sua!

*Carolina Manciola é sócia diretora da Triunfo Consultoria e Treinamento, consultora e palestrante.

Não converse com todos os seus funcionários, seus usuários ou seus potenciais clientes da mesma maneira, porque eles não são todos iguais.
O modelo Dreyfus de aquisição de competências diz que as pessoas passam sempre por 5 estágios:

Novatos: Gostam que digam o que eles devem fazer, precisam que lhes dêem um manual, dificilmente tomarão decisões por si só.

Iniciante Avançado: Necessitam de um pouco de liberdade, mas não conseguem distinguir hierarquias e definir certas prioridades.

Competente: Querem liberdade para fazer planos, criar rotinas e escolher entre atividades.

Proficiente: Quanto mais liberdade você der, mais você pode esperar dele, que mais você receberá.

Expert: Escreve o manual, mas não o segue.

Se você tratar um “Expert” como um novato, certamente falhará.

A dica de hoje foi dada por Seth Godin em seu blog.

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•    Talento – “Nós somos bons em atrair, motivar e reter pessoas competentes e engajadas”
•    Velocidade – “Nós somos bons em fazer mudanças importantes acontecerem rápido”
•    Reputação – “Somos bons em garantir que clientes e funcionários tenham experiências positivas com nossa empresa”
•    Desempenho – “Somos bons em fazer o que nos traz bons resultados”
•    Colaboração – “Somos bons em fazer parcerias que garantam eficiência e aumentem os resultados”
•    Aprendizado – “Somos bons em gerar e colocar em prática ideias que tenham impacto”
•    Liderança – “Somos bons em ter líderes que entregam os resultados certos, da maneira certa; que carreguem nosso estilo de liderança”

*Fonte: Norm Smallwood no blog da Harvard Business Review

2011 Triunfante

A sala de concertos em Sydney, o Opera House tem capacidade para 2.700 pessoas. O www.colherdechaonline.com foi visitado cerca de 27.000 vezes em 2011, se fosse um show no Opera House, seriam cerca de dez casas lotadas de pessoas que nos visitaram. Publicamos cerca de 250 novos artigos, aumentando o arquivo total para 802 artigos.

Atingimos nosso pico de tráfego em 30 de setembro, com 859 visitas. O artigo mais popular nesse dia foi Homenagem da Triunfo ao mês das Secretárias – Parte II.

Em 2012 esperamos você aqui para dividir um pouco mais de informações, ouvir o que você tem pra comentar e construir mais resultados desenvolvendo negócios através das pessoas.Agra

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Uma das formas mais freqüentes de você entrar no estado de estresse é deixar uma tarefa importante se tornar urgente, assumir compromissos urgentes de qualquer espécie ou adiar tarefas que cedo ou tarde terão de ser executadas.
Imagine que na quinta-feira às 15h, você tenha uma reunião de apresentação de um projeto rotineiro. Como é um projeto trivial, você deixa a preparação da apresentação para quinta-feira de manhã. Você sai de casa para mais um dia normal e de repente, no meio do trânsito, seu carro resolve ter um problema e você tem de chamar um mecânico para consertar.
Quando você chega no escritório já são mais de 10 horas da manhã e ao ligar seu computador você vê, sem acreditar muito, aquela tela azul de erro. O computador está travado. Você liga para o pessoal do suporte e depois de algumas horas de formatação seu computador está pronto. Agora já são 13 horas, sua apresentação é em 2 horas e ainda não está pronta. Como está seu estado agora? Preocupado? Nervoso? Irritado? O estresse tomou conta? Agora, a preparação da sua apresentação se transformou em uma tarefa extremamente urgente, para conseguir terminá-la você terá de perder o almoço e reduzir alguns pontos relevantes da apresentação.
É claro que há certo exagero na cena que acabei de narrar — mas esse tipo de situação é perfeitamente possível. Esse é o comportamento típico das pessoas que gostam de deixar tudo para última hora, das pessoas que sempre subvertem o velho ditado e nunca fazem hoje aquilo que podem deixar para amanhã. Tudo indica que o final desse dia será desgastante. Aqui entra o conceito da antecipação – que está extremante ligado ao conceito de descarregar e planejar.
Se você sabia que a apresentação estava marcada para a quinta-feira (porque descarregou-a duas suas preocupações para a agenda), por que não a preparou na terça ou quarta-feira? Assim, se tivesse algum problema com seu carro na terça, ainda teria a quarta para concluir e se na quarta ainda não desse tempo, teria a quinta-feira pela manhã. Ou seja, quando você antecipa a execução de seu trabalho ou possíveis problemas, eles não se tornam problemas. Uma vez antecipados, eles nunca entrarão na esfera da urgência.
Antecipar é um conceito simples e óbvio, mas que muitas vezes é esquecido ou negligenciado. Antecipe tudo que você acha que possa dar problemas e conte sempre com os imprevistos. Eles podem acontecer. Já ouviu falar na famosa Lei de Murphy? Você tem que adquirir o hábito de antecipar as coisas na sua vida de forma a reduzir suas urgências e aumentar as situações importantes.
É um treino que vamos conquistando dia-a-dia. Ao invés de deixar para marcar a consulta na última hora com seu médico, faça agora e fique tranquilo. Ao invés de deixar o TCC para o final do ano, que tal antecipar para o primeiro semestre?
Quanto mais você aprender a antecipar, mais liberdade de escolha terá!

*Fonte: Extraído do Livro A Tríade do Tempo

7 dicas para organizar o seu tempo *

Use uma agenda semanal ou mensal para ter uma idéia global do seu tempo disponível e das suas atividades. Você verá que agrupar atividades pode ser eficaz para economizar tempo com deslocamentos, que várias providências podem ser tomadas simultaneamente e que atividades podem ser superpostas sem perder a eficácia. Por exemplo, usar uma manhã por mês para resolver todas as questões bancárias, deixar o carro para lavar num posto próximo enquanto vai ao dentista, estudar ou organizar a lista do supermercado enquanto espera atendimento em algum lugar.

Planeje cada dia incluindo todas as atividades previstas para a jornada. Não reserve apenas o tempo dedicado ao trabalho. Inclua tudo que você quer ou precisa fazer. Deixar as atividades à mercê da memória, da sorte ou do acaso pode ser divertido um dia. Mas, se virar hábito, seu tempo será sempre pouco para fazer tudo.

  Agende os seus compromissos, atribuindo não só a hora de início, mas também a de término. Procure respeitar esses limites.

Cumpra o que previu para cada jornada. Se você tiver planejado corretamente, terá tempo suficiente para cada atividade. Se surgir um imprevisto que obrigue a adiar algum compromisso, reorganize a sua agenda para incluí-lo assim que for possível.

Inclua no seu planejamento semanal tempo para lazer e descanso. Não os considere “perda de tempo”. Ao contrário. Você verá que reconhecer e valorizar o tempo livre enriquecerá a sua vida pessoal e deixará você mais disposto para o trabalho.

Aja com rapidez e eficácia, mas não tente correr o tempo todo. Uma dose de criatividade é necessária para flexibilizar e encontrar novas soluções no menor tempo possível. No entanto, viver sempre “acelerado” só o deixará exposto ao estresse e às doenças. Não confunda velocidade com pressa. Dedique a cada coisa o tempo de fato necessário.

Cuide dos minutos para aproveitar as horas. Não despreze os minutos que sobram entre as atividades. Nem “arredonde” o tempo fazendo coincidir a hora de fim de uma ação com o começo de outra, principalmente se você precisa se deslocar. Permitir-se atrasos por mau planejamento só diminuirá o seu rendimento ao longo do dia. Além disso, você correrá o risco de não contar com o tempo necessário para as últimas atividades previstas para a jornada.

Importante: O tempo só pode ser administrado ou perdido. Nunca recuperado. Organize logicamente as suas atividades para tirar do tempo o maior proveito possível.

*Fonte: Site Bem Simples

Na última semana, conduzi mais um workshop com gerentes distritais da indústria farmacêutica sobre a promoção médica digital e o uso dos tablets como plataforma de promoção. Na ocasião, fiz uma pergunta ao grupo que faço aqui para você também: “Quando foi a primeira vez que você ouviu a palavra IPAD?” Tente lembrar-se desse seu primeiro contato com a palavra, recorde quando isso aconteceu e pense um pouco a respeito de quantas vezes você já a ouviu novamente de lá para cá. Provavelmente milhares de vezes, não é mesmo?

Essa é uma das características desse novo contexto que estamos vivendo. Expressões novas são criadas todos os dias para significar novas situações e, muito rapidamente, elas integram nosso repertório passando a fazer parte das nossas vidas. O mercado farmacêutico, em particular, é um desses mercados com muitas expressões próprias e bem conhecidas da maioria do que chamamos “nossos colegas da indústria”. Quem é que nunca ouviu expressões como: “frequência e sequência”, receituário, close up, KOL, separata, etc?

Dentre elas temos uma velha conhecida: “Visual AID”! Se você é ou foi da “indústria”, com certeza conhece essa expressão. Agora eu te pergunto: Por acaso você já ouviu a expressão VIRTUAL AID? Se essa é a primeira vez que você está fazendo contato com essa expressão guarde esse momento, pois certamente a partir de agora você deve ouvi-la cada vez mais.

VIRTUAL AID é uma dessas expressões adaptadas que surgem no dia a dia para denominar um novo contexto, uma nova forma de fazer as coisas. Nesse caso, especificamente, estamos falando da maneira de se utilizar o material promocional frente ao médico que, como estamos acompanhando, está passando por um verdadeiro processo de mudança. Momentos como esse na história, são conhecidos como TESARAC. São aqueles momentos onde sabemos que uma determinada era acabou e que muita coisa será diferente daqui por diante, mas não sabemos ainda como será exatamente. Um TESARAC é um período de desconstrução do presente, de ausência de paradigmas e de impossibilidade de fazer previsões conclusivas a respeito do futuro.  Algumas velhas regras e conceitos já não servem mais, mas as novas soluções ainda não estão consolidadas na prática, pois ainda não foram sedimentadas.

Com toda certeza, estamos vivendo um TESARAC na maneira de se fazer a promoção médica e isso se deve a um fenômeno que foi o surgimento de um KILLER APP no mercado. Conheceu agora a expressão KILLER APP? Muito prazer!

KILLER APP é uma palavra adotada para explicar o surgimento de uma nova aplicação ou tecnologia com potencial matador das tecnologias anteriormente utilizadas para determinado fim. Uma aplicação que torna um produto vitorioso e altamente desejado pela maioria das pessoas. Tão útil e atraente que torna essa aplicação imediatamente desejada por multidões ao redor do mundo. Você vê aqui alguma semelhança com o caso do IPAD? Certamente sim. O IPAD é um desses produtos que um dia antes do seu surgimento você não tinha ideia de como o utilizaria e um dia depois milhares de pessoas –e talvez você – estavam afirmando: eu preciso disso para mim!

Quando juntamos um KILLER APP com um TESARAC, a única certeza que temos é de que precisamos conduzir esse processo com profunda sabedoria e obstinação, com a preocupação de fazer muitas perguntas antes de concluir e buscando uma sintonia fina na percepção a respeito de qual a melhor estratégia para lidar com esse novo cenário. Como todo novo processo, a adoção do mesmo requer um ciclo de aprendizado, que pode ser mais curto ou mais longo tal qual a sua maneira de encará-lo.

Posso assegurar isso pessoalmente, pois estamos muito bem envolvidos com o tema. Uma parte dos leitores desse artigo certamente já nos conhece (O Grupo Triunfo) e sabe que estamos atuando nas três dimensões desse novo processo. Temos uma empresa digital (Track Digital) que desenvolve os aplicativos, desde os popularmente conhecidos como VAs animados, passando pelos aplicativos mais específicos, como calculadoras para comparações de preço, composição de cenários, etc. Também fazemos o planejamento e a criação das campanhas digitais (Triunfo Propaganda), que é seguramente uma das áreas que mais demanda a inteligência digital e a capacidade de pensar nessa nova maneira de fazer as aplicações e por fim, estamos realizando uma série de projetos e programas de workshop e treinamento e desenvolvimento (Triunfo Consultoria e Treinamento) para desenvolver com as empresas e equipes um alinhamento em torno da estratégia e tática do processo de promoção digital. Nos últimos meses, foram diversos os projetos multifacetados desenvolvidos com várias indústrias farmacêuticas e, como disse no início do parágrafo, posso assegurar que são muitas as variáveis a se considerar se quisermos fazer um bom trabalho.

Nos próximos dias escreverei outro artigo aprofundando a discussão a respeito do uso estratégico e assertivo do tablet na indústria farmacêutica. Por hora, fiquemos com essas reflexões e algumas constatações.

O uso do tablet na indústria farmacêutica não pode ser precocemente explicado como VIRTUAL AID, economia de custos de impressão, ou velocidade na adaptação de materiais. O tablet é uma plataforma e como tal pode explorar questões fundamentais, como o CLM (se acostume) que significa “closed loop marketing” que permite à indústria farmacêutica a  retroalimentar o ciclo de promoção médica de maneira segura e confiável e também passar a oferecer cada vez mais informações relevantes aos seus principais clientes.

Talvez você esteja lendo esse artigo no tablet e talvez esteja lendo-o inclusive em um link de rede social, como facebook, twitter ou linkedin. São provocações para alertá-lo a respeito da importância de considerar essas questões na sua maneira de fazer promoção e de falar com seu público alvo.

Se quiser acompanhar outras notícias. Siga-nos: @ScherSoares, @trackdigital, @grupotriunfo

Um abraço, ótima semana e excelentes negócios.

Scher Soares é consultor de empresas e presidente do Grupo Empresarial Triunfo, holding que controla as empresas Track Digital, Triunfo Propaganda, Renco Máquinas e Equipamentos e Triunfo Consultoria e Treinamento.

*

A canção que empresta parte da sua letra para o título desse artigo e que estourou nas paradas no final do ano de 2011 e início do ano de 2012 é mais um bom motivo para falarmos de vendas e da relação dos profissionais de vendas com seus prospects e tem alguns aspectos que podem nos ajudar.

Como boa parte das ”grandes sacadas”, a sacada do referido refrão que fez da música um grande hit é em parte mais uma daquelas expressões coloquiais do cotidiano, que são empregadas em um determinado contexto – sinta-se a vontade para imaginar esse em específico a que nos referimos – e que certamente foram percebidas pelo compositor como uma ótima oportunidade. Capture uma expressão que tenha seu appeal, aplique um tom e uma fluidez e pronto. Mais uma melodia “chiclete“ (que gruda nos ouvidos), nasce a partir desses elementos.

Trazendo esse exemplo acima para o contexto comercial, posso arriscar extrair algumas lições de prospecção e vendas do referido refrão. Vamos ver?

Fórmula AIDA

Muitos de nós já conhecemos a fórmula AINDA, acrônimo para ATENÇÃO, DESEJO, INTERESSE e AÇÃO, com a qual muitos profissionais de vendas empregam abordagens juntos ao seu alvo. O refrão do Michel Teló chama a atenção por reunir os elementos da fórmula AIDA na mesma frase. Observe:

Nossa (chamar a ATENÇÃO), Delícia (gerar INTERESSE), Assim você me mata (despertar desejo), Ai se eu te pego, ai, ai se eu te pego (convite para a AÇÃO).

Por mais lúdico que pareça, é com certeza um belo exemplo do motivo pelo qual a música tem esse potencial “chiclete” já na primeira vez que é tocada para uma multidão.  Na próxima vez que ouvi-la, observe a respeito.

Agora pretendo chamar-lhe mesmo a atenção é para outro aspecto da canção. Conforme citei acima, ouvindo o refrão da música você é capaz de imaginar o devido contexto no qual a expressão do hit se manifesta correto? Deixando a malícia de lado – faça-o, por favor – imagine se cada profissional de vendas da sua empresa, principalmente aqueles responsáveis pelo hunting reagissem da mesma maneira ao se deparar com um prospect de alto potencial. Provavelmente uma parte de vocês ainda está no meio do caminho e talvez pensando em determinado prospect, mas deixando-se levar pelo viés original do refrão da música. Por favor, controle seus instintos e mantenha-se firme no paralelo com a área comercial. Talvez seja difícil, mas você consegue.

Voltando a pauta, imagine como seria se esses profissionais responsáveis pelo hunting aplicassem à sua atividade de approach o mesmo appeal e sentissem por essa oportunidade de prospecção o mesmo desejo que ficam tão notórios no refrão da canção. Ainda que o paralelo seja no mínimo inusitado, o fato é que os resultados desse desejo e dessa emoção aplicada à operação de vendas poderiam resultar em um cliente inebriado e apaixonado por sua empresa.

Muita calma nessa hora. Por favor, não confunda as bolas. Observe que se trata apenas de um paralelo. Sua atividade deve continuar sendo realizada com todo o profissionalismo e seriedade que seu mercado, empresa e perfil de clientes exigem e merecem, mas o fato é que possuir profissionais de vendas responsáveis pelo hunting que possuam essa característica de se impressionarem com um cliente de alto potencial e de ficarem verdadeiramente loucos por conquistar esse cliente, faz uma grande, enorme diferença para as empresas.

Assim, você que líder e dirigente de equipes de vendas, observe nos seus trabalhos em conjunto com seu time, se ao cruzar com clientes de alto potencial seus vendedores exclamam “nossa” e ficam loucos de desejo de conquistar esse cliente para sua empresa ou se os mesmos olham de soslaio, dão de ombros e o tratam como se apenas fosse mais um em meio à multidão.

Se o primeiro caso, reconheça-o e ajude-o. Se infelizmente ele estiver mais inclinado para o segundo tipo, talvez seja a sua vez de exclamar:

“nossa; Aí você me mata”.

*Fonte: Scher Soares  (Consultor de empresas e presidente do Grupo Empresarial Triunfo. Visite o site: www.grupotriunfo.com ou envie um email para: scher.soares@grupotriunfo.com)

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“Encontro de trabalho sem planejamento são armadilhas que roubam seu tempo produtivo.”

Uma boa reunião funciona assim: quanto mais você planeja, mais bem sucedida ela tende a ser. Antes de agendar a próxima reunião, pense: ela é mesmo necessária? Qual seu objetivo? Será que posso usar outro canal para transmitir as informações, como a intranet da companhia ou um e-mail? Se todas as respostas continuam apontando para a necessidade de um encontro presencial, então é preciso considerar todos os detalhes para que ele seja rápido e eficiente. Veja abaixo o que levar em conta:

Passo 1: Defina o objetivo da reunião: tomada de decisão, alinhamento ou encontro meramente informativo. Assim fica fácil decidir quem participa.

Passo 2: Escolha o líder da reunião, mas nem sempre esse papel caberá a você. Ele deve ler a pauta e direcionar as discussões.

Passo 3: Convide as pessoas certas. Não adianta chamar analista se vai ser preciso tomar uma decisão no nível de diretoria.

Passo 4: Caso necessário, envie com antecedência o material do encontro (apresentação, gráficos, vídeos) para que todos possam analisa-lo.

Passo 5: Durante a reunião, muita atenção para que o foco no tema principal seja mantido.

Passo 6: O líder da reunião deve cobrar os desdobramento decorrentes do encontro.

*Fonte: Revista Você S/A

O Manual da Reunião Produtiva

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Agendamento a tempo. Existem as reuniões de emergência, mas também existem as que ocorrem em cima da hora porque algum gestor não se organizou.A antecedência necessária depende do tema e contexto: às vezes, 30 minutos de antecedência podem ser suficientes, e em outras vezes 48h pode ser pouco. Mas reuniões marcadas com 5 minutos de antecedência não produzirão decisões tão eficientes quanto as marcadas com tempo suficiente para os participantes reunirem e atualizarem informações.

Horário para encerrar. Toda reunião previamente agendada tem horário para iniciar, mas é comum não haver previsão de horário para encerrar.Algumas reuniões (por exemplo, assembleias realizadas entre pares, como as de condôminos ou trabalhistas) não devem mesmo encerrar sem ser por comum acordo, mas uma reunião de equipe de projeto ou entre membros de uma mesma organização pode e deve ser planejada para caber em um determinado horário, e a existência de uma hora marcada para o seu fim pode ser um instrumento adicional para manter a objetividade nas discussões.

Pauta preliminar. Todas as pessoas chamadas a participar devem saber, já no primeiro contato verificando sua disponibilidade para participar da reunião, quais os assuntos que serão tratados, e qual o objetivo de quem está promovendo o encontro (É para comunicar algo? Para decidir algo? Muda o que já se planejou?), para que possam responder e se preparar adequadamente.Definir uma pauta inicial, ainda que bem simples – pode ser distribuída em um simples e-mail informal – é essencial.

Pauta definitiva. Quando a reunião já estiver completamente agendada, é hora de divulgar uma versão mais completa da pauta, incluindo os temas originais e possíveis outros temas adicionais que tenham sido sugeridos por outros participantes, local e horário (de início e fim), e lista de quem estará presente.

Elenco de apoio: quanto maior o número de participantes sem interesse direto no assunto que estiver sendo tratado, maior será a complexidade (desnecessária!) da comunicação na reunião. Se você tem uma pauta bem definida, pode dispensar os participantes que foram chamados apenas para um ponto específico dela, assim que este ponto for tratado. Deixe isso claro desde o princípio, para que todos vejam isso como um ponto positivo, e não como uma rejeição!

Reunião não é sinônimo de assembleia. Pessoas que você gostaria que participassem da reunião apenas para que estejam informados, ou para o caso de terem alguma opinião, em geral podem fazê-lo apropriadamente a partir da leitura da pauta e da ata.

Uma reunião só com as pessoas envolvidas diretamente tem mais chances de ser produtiva – mas cuidado para não sofrer um “choque de realidade” pós-reunião: chame para o encontro também as pessoas que compreendem os detalhes práticos das situações em análise, e não apenas os tomadores de decisão.

Telefonemas e interrupções. É uma constante: quem está em uma reunião geralmente preferiria estar em outro lugar, e tem outras obrigações ocorrendo em paralelo.  A cortesia manda não deixar o celular levar vantagem: quem abriu mão de seus compromissos para estar no mesmo ambiente que você deve ser privilegiado com a sua atenção.

Cuidado com os detalhes de implementação. Quando a reunião ocorre entre pessoas que conhecem operacionalmente (a fundo ou não) o assunto em discussão, é comum que as discussões sobre “como” fazer algo sejam muito mais saborosas do que a mera decisão sobre “o que” fazer, que normalmente é o objeto da reunião.

Polarização e monólogos. A não ser que alguns participantes tenham sido designados como ouvintes, reuniões devem garantir voz e vez a todos os integrantes, pois as conclusões comprometerão igualmente a todos.

Ao perceber que um debate está se polarizando ou mesmo que algum participante está tentando impedir que outro conclua suas ideias, intervenha! Certifique-se que todos terão oportunidade de se expressar, se possível sem limitar o direito de réplicas.

Temas fora da pauta. Se durante a reunião surgirem temas não conexos aos da pauta mas apropriados ao público presente, o secretário deve tomar nota deles, e a reunião prossegue sobre os pontos originais da pauta.

Ao final da reunião, com base nas anotações, os temas extras podem ser colocados em discussão, ou agendados para ocasião futura (e este agendamento também deverá constar na ata ou registro da reunião).

*Fonte: Efetividade.net

 

 

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