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Não converse com todos os seus funcionários, seus usuários ou seus potenciais clientes da mesma maneira, porque eles não são todos iguais.
O modelo Dreyfus de aquisição de competências diz que as pessoas passam sempre por 5 estágios:

Novatos: Gostam que digam o que eles devem fazer, precisam que lhes dêem um manual, dificilmente tomarão decisões por si só.

Iniciante Avançado: Necessitam de um pouco de liberdade, mas não conseguem distinguir hierarquias e definir certas prioridades.

Competente: Querem liberdade para fazer planos, criar rotinas e escolher entre atividades.

Proficiente: Quanto mais liberdade você der, mais você pode esperar dele, que mais você receberá.

Expert: Escreve o manual, mas não o segue.

Se você tratar um “Expert” como um novato, certamente falhará.

A dica de hoje foi dada por Seth Godin em seu blog.

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•    Talento – “Nós somos bons em atrair, motivar e reter pessoas competentes e engajadas”
•    Velocidade – “Nós somos bons em fazer mudanças importantes acontecerem rápido”
•    Reputação – “Somos bons em garantir que clientes e funcionários tenham experiências positivas com nossa empresa”
•    Desempenho – “Somos bons em fazer o que nos traz bons resultados”
•    Colaboração – “Somos bons em fazer parcerias que garantam eficiência e aumentem os resultados”
•    Aprendizado – “Somos bons em gerar e colocar em prática ideias que tenham impacto”
•    Liderança – “Somos bons em ter líderes que entregam os resultados certos, da maneira certa; que carreguem nosso estilo de liderança”

*Fonte: Norm Smallwood no blog da Harvard Business Review

2011 Triunfante

A sala de concertos em Sydney, o Opera House tem capacidade para 2.700 pessoas. O www.colherdechaonline.com foi visitado cerca de 27.000 vezes em 2011, se fosse um show no Opera House, seriam cerca de dez casas lotadas de pessoas que nos visitaram. Publicamos cerca de 250 novos artigos, aumentando o arquivo total para 802 artigos.

Atingimos nosso pico de tráfego em 30 de setembro, com 859 visitas. O artigo mais popular nesse dia foi Homenagem da Triunfo ao mês das Secretárias – Parte II.

Em 2012 esperamos você aqui para dividir um pouco mais de informações, ouvir o que você tem pra comentar e construir mais resultados desenvolvendo negócios através das pessoas.Agra

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Uma das formas mais freqüentes de você entrar no estado de estresse é deixar uma tarefa importante se tornar urgente, assumir compromissos urgentes de qualquer espécie ou adiar tarefas que cedo ou tarde terão de ser executadas.
Imagine que na quinta-feira às 15h, você tenha uma reunião de apresentação de um projeto rotineiro. Como é um projeto trivial, você deixa a preparação da apresentação para quinta-feira de manhã. Você sai de casa para mais um dia normal e de repente, no meio do trânsito, seu carro resolve ter um problema e você tem de chamar um mecânico para consertar.
Quando você chega no escritório já são mais de 10 horas da manhã e ao ligar seu computador você vê, sem acreditar muito, aquela tela azul de erro. O computador está travado. Você liga para o pessoal do suporte e depois de algumas horas de formatação seu computador está pronto. Agora já são 13 horas, sua apresentação é em 2 horas e ainda não está pronta. Como está seu estado agora? Preocupado? Nervoso? Irritado? O estresse tomou conta? Agora, a preparação da sua apresentação se transformou em uma tarefa extremamente urgente, para conseguir terminá-la você terá de perder o almoço e reduzir alguns pontos relevantes da apresentação.
É claro que há certo exagero na cena que acabei de narrar — mas esse tipo de situação é perfeitamente possível. Esse é o comportamento típico das pessoas que gostam de deixar tudo para última hora, das pessoas que sempre subvertem o velho ditado e nunca fazem hoje aquilo que podem deixar para amanhã. Tudo indica que o final desse dia será desgastante. Aqui entra o conceito da antecipação – que está extremante ligado ao conceito de descarregar e planejar.
Se você sabia que a apresentação estava marcada para a quinta-feira (porque descarregou-a duas suas preocupações para a agenda), por que não a preparou na terça ou quarta-feira? Assim, se tivesse algum problema com seu carro na terça, ainda teria a quarta para concluir e se na quarta ainda não desse tempo, teria a quinta-feira pela manhã. Ou seja, quando você antecipa a execução de seu trabalho ou possíveis problemas, eles não se tornam problemas. Uma vez antecipados, eles nunca entrarão na esfera da urgência.
Antecipar é um conceito simples e óbvio, mas que muitas vezes é esquecido ou negligenciado. Antecipe tudo que você acha que possa dar problemas e conte sempre com os imprevistos. Eles podem acontecer. Já ouviu falar na famosa Lei de Murphy? Você tem que adquirir o hábito de antecipar as coisas na sua vida de forma a reduzir suas urgências e aumentar as situações importantes.
É um treino que vamos conquistando dia-a-dia. Ao invés de deixar para marcar a consulta na última hora com seu médico, faça agora e fique tranquilo. Ao invés de deixar o TCC para o final do ano, que tal antecipar para o primeiro semestre?
Quanto mais você aprender a antecipar, mais liberdade de escolha terá!

*Fonte: Extraído do Livro A Tríade do Tempo

7 dicas para organizar o seu tempo *

Use uma agenda semanal ou mensal para ter uma idéia global do seu tempo disponível e das suas atividades. Você verá que agrupar atividades pode ser eficaz para economizar tempo com deslocamentos, que várias providências podem ser tomadas simultaneamente e que atividades podem ser superpostas sem perder a eficácia. Por exemplo, usar uma manhã por mês para resolver todas as questões bancárias, deixar o carro para lavar num posto próximo enquanto vai ao dentista, estudar ou organizar a lista do supermercado enquanto espera atendimento em algum lugar.

Planeje cada dia incluindo todas as atividades previstas para a jornada. Não reserve apenas o tempo dedicado ao trabalho. Inclua tudo que você quer ou precisa fazer. Deixar as atividades à mercê da memória, da sorte ou do acaso pode ser divertido um dia. Mas, se virar hábito, seu tempo será sempre pouco para fazer tudo.

  Agende os seus compromissos, atribuindo não só a hora de início, mas também a de término. Procure respeitar esses limites.

Cumpra o que previu para cada jornada. Se você tiver planejado corretamente, terá tempo suficiente para cada atividade. Se surgir um imprevisto que obrigue a adiar algum compromisso, reorganize a sua agenda para incluí-lo assim que for possível.

Inclua no seu planejamento semanal tempo para lazer e descanso. Não os considere “perda de tempo”. Ao contrário. Você verá que reconhecer e valorizar o tempo livre enriquecerá a sua vida pessoal e deixará você mais disposto para o trabalho.

Aja com rapidez e eficácia, mas não tente correr o tempo todo. Uma dose de criatividade é necessária para flexibilizar e encontrar novas soluções no menor tempo possível. No entanto, viver sempre “acelerado” só o deixará exposto ao estresse e às doenças. Não confunda velocidade com pressa. Dedique a cada coisa o tempo de fato necessário.

Cuide dos minutos para aproveitar as horas. Não despreze os minutos que sobram entre as atividades. Nem “arredonde” o tempo fazendo coincidir a hora de fim de uma ação com o começo de outra, principalmente se você precisa se deslocar. Permitir-se atrasos por mau planejamento só diminuirá o seu rendimento ao longo do dia. Além disso, você correrá o risco de não contar com o tempo necessário para as últimas atividades previstas para a jornada.

Importante: O tempo só pode ser administrado ou perdido. Nunca recuperado. Organize logicamente as suas atividades para tirar do tempo o maior proveito possível.

*Fonte: Site Bem Simples

Na última semana, conduzi mais um workshop com gerentes distritais da indústria farmacêutica sobre a promoção médica digital e o uso dos tablets como plataforma de promoção. Na ocasião, fiz uma pergunta ao grupo que faço aqui para você também: “Quando foi a primeira vez que você ouviu a palavra IPAD?” Tente lembrar-se desse seu primeiro contato com a palavra, recorde quando isso aconteceu e pense um pouco a respeito de quantas vezes você já a ouviu novamente de lá para cá. Provavelmente milhares de vezes, não é mesmo?

Essa é uma das características desse novo contexto que estamos vivendo. Expressões novas são criadas todos os dias para significar novas situações e, muito rapidamente, elas integram nosso repertório passando a fazer parte das nossas vidas. O mercado farmacêutico, em particular, é um desses mercados com muitas expressões próprias e bem conhecidas da maioria do que chamamos “nossos colegas da indústria”. Quem é que nunca ouviu expressões como: “frequência e sequência”, receituário, close up, KOL, separata, etc?

Dentre elas temos uma velha conhecida: “Visual AID”! Se você é ou foi da “indústria”, com certeza conhece essa expressão. Agora eu te pergunto: Por acaso você já ouviu a expressão VIRTUAL AID? Se essa é a primeira vez que você está fazendo contato com essa expressão guarde esse momento, pois certamente a partir de agora você deve ouvi-la cada vez mais.

VIRTUAL AID é uma dessas expressões adaptadas que surgem no dia a dia para denominar um novo contexto, uma nova forma de fazer as coisas. Nesse caso, especificamente, estamos falando da maneira de se utilizar o material promocional frente ao médico que, como estamos acompanhando, está passando por um verdadeiro processo de mudança. Momentos como esse na história, são conhecidos como TESARAC. São aqueles momentos onde sabemos que uma determinada era acabou e que muita coisa será diferente daqui por diante, mas não sabemos ainda como será exatamente. Um TESARAC é um período de desconstrução do presente, de ausência de paradigmas e de impossibilidade de fazer previsões conclusivas a respeito do futuro.  Algumas velhas regras e conceitos já não servem mais, mas as novas soluções ainda não estão consolidadas na prática, pois ainda não foram sedimentadas.

Com toda certeza, estamos vivendo um TESARAC na maneira de se fazer a promoção médica e isso se deve a um fenômeno que foi o surgimento de um KILLER APP no mercado. Conheceu agora a expressão KILLER APP? Muito prazer!

KILLER APP é uma palavra adotada para explicar o surgimento de uma nova aplicação ou tecnologia com potencial matador das tecnologias anteriormente utilizadas para determinado fim. Uma aplicação que torna um produto vitorioso e altamente desejado pela maioria das pessoas. Tão útil e atraente que torna essa aplicação imediatamente desejada por multidões ao redor do mundo. Você vê aqui alguma semelhança com o caso do IPAD? Certamente sim. O IPAD é um desses produtos que um dia antes do seu surgimento você não tinha ideia de como o utilizaria e um dia depois milhares de pessoas –e talvez você – estavam afirmando: eu preciso disso para mim!

Quando juntamos um KILLER APP com um TESARAC, a única certeza que temos é de que precisamos conduzir esse processo com profunda sabedoria e obstinação, com a preocupação de fazer muitas perguntas antes de concluir e buscando uma sintonia fina na percepção a respeito de qual a melhor estratégia para lidar com esse novo cenário. Como todo novo processo, a adoção do mesmo requer um ciclo de aprendizado, que pode ser mais curto ou mais longo tal qual a sua maneira de encará-lo.

Posso assegurar isso pessoalmente, pois estamos muito bem envolvidos com o tema. Uma parte dos leitores desse artigo certamente já nos conhece (O Grupo Triunfo) e sabe que estamos atuando nas três dimensões desse novo processo. Temos uma empresa digital (Track Digital) que desenvolve os aplicativos, desde os popularmente conhecidos como VAs animados, passando pelos aplicativos mais específicos, como calculadoras para comparações de preço, composição de cenários, etc. Também fazemos o planejamento e a criação das campanhas digitais (Triunfo Propaganda), que é seguramente uma das áreas que mais demanda a inteligência digital e a capacidade de pensar nessa nova maneira de fazer as aplicações e por fim, estamos realizando uma série de projetos e programas de workshop e treinamento e desenvolvimento (Triunfo Consultoria e Treinamento) para desenvolver com as empresas e equipes um alinhamento em torno da estratégia e tática do processo de promoção digital. Nos últimos meses, foram diversos os projetos multifacetados desenvolvidos com várias indústrias farmacêuticas e, como disse no início do parágrafo, posso assegurar que são muitas as variáveis a se considerar se quisermos fazer um bom trabalho.

Nos próximos dias escreverei outro artigo aprofundando a discussão a respeito do uso estratégico e assertivo do tablet na indústria farmacêutica. Por hora, fiquemos com essas reflexões e algumas constatações.

O uso do tablet na indústria farmacêutica não pode ser precocemente explicado como VIRTUAL AID, economia de custos de impressão, ou velocidade na adaptação de materiais. O tablet é uma plataforma e como tal pode explorar questões fundamentais, como o CLM (se acostume) que significa “closed loop marketing” que permite à indústria farmacêutica a  retroalimentar o ciclo de promoção médica de maneira segura e confiável e também passar a oferecer cada vez mais informações relevantes aos seus principais clientes.

Talvez você esteja lendo esse artigo no tablet e talvez esteja lendo-o inclusive em um link de rede social, como facebook, twitter ou linkedin. São provocações para alertá-lo a respeito da importância de considerar essas questões na sua maneira de fazer promoção e de falar com seu público alvo.

Se quiser acompanhar outras notícias. Siga-nos: @ScherSoares, @trackdigital, @grupotriunfo

Um abraço, ótima semana e excelentes negócios.

Scher Soares é consultor de empresas e presidente do Grupo Empresarial Triunfo, holding que controla as empresas Track Digital, Triunfo Propaganda, Renco Máquinas e Equipamentos e Triunfo Consultoria e Treinamento.

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A canção que empresta parte da sua letra para o título desse artigo e que estourou nas paradas no final do ano de 2011 e início do ano de 2012 é mais um bom motivo para falarmos de vendas e da relação dos profissionais de vendas com seus prospects e tem alguns aspectos que podem nos ajudar.

Como boa parte das ”grandes sacadas”, a sacada do referido refrão que fez da música um grande hit é em parte mais uma daquelas expressões coloquiais do cotidiano, que são empregadas em um determinado contexto – sinta-se a vontade para imaginar esse em específico a que nos referimos – e que certamente foram percebidas pelo compositor como uma ótima oportunidade. Capture uma expressão que tenha seu appeal, aplique um tom e uma fluidez e pronto. Mais uma melodia “chiclete“ (que gruda nos ouvidos), nasce a partir desses elementos.

Trazendo esse exemplo acima para o contexto comercial, posso arriscar extrair algumas lições de prospecção e vendas do referido refrão. Vamos ver?

Fórmula AIDA

Muitos de nós já conhecemos a fórmula AINDA, acrônimo para ATENÇÃO, DESEJO, INTERESSE e AÇÃO, com a qual muitos profissionais de vendas empregam abordagens juntos ao seu alvo. O refrão do Michel Teló chama a atenção por reunir os elementos da fórmula AIDA na mesma frase. Observe:

Nossa (chamar a ATENÇÃO), Delícia (gerar INTERESSE), Assim você me mata (despertar desejo), Ai se eu te pego, ai, ai se eu te pego (convite para a AÇÃO).

Por mais lúdico que pareça, é com certeza um belo exemplo do motivo pelo qual a música tem esse potencial “chiclete” já na primeira vez que é tocada para uma multidão.  Na próxima vez que ouvi-la, observe a respeito.

Agora pretendo chamar-lhe mesmo a atenção é para outro aspecto da canção. Conforme citei acima, ouvindo o refrão da música você é capaz de imaginar o devido contexto no qual a expressão do hit se manifesta correto? Deixando a malícia de lado – faça-o, por favor – imagine se cada profissional de vendas da sua empresa, principalmente aqueles responsáveis pelo hunting reagissem da mesma maneira ao se deparar com um prospect de alto potencial. Provavelmente uma parte de vocês ainda está no meio do caminho e talvez pensando em determinado prospect, mas deixando-se levar pelo viés original do refrão da música. Por favor, controle seus instintos e mantenha-se firme no paralelo com a área comercial. Talvez seja difícil, mas você consegue.

Voltando a pauta, imagine como seria se esses profissionais responsáveis pelo hunting aplicassem à sua atividade de approach o mesmo appeal e sentissem por essa oportunidade de prospecção o mesmo desejo que ficam tão notórios no refrão da canção. Ainda que o paralelo seja no mínimo inusitado, o fato é que os resultados desse desejo e dessa emoção aplicada à operação de vendas poderiam resultar em um cliente inebriado e apaixonado por sua empresa.

Muita calma nessa hora. Por favor, não confunda as bolas. Observe que se trata apenas de um paralelo. Sua atividade deve continuar sendo realizada com todo o profissionalismo e seriedade que seu mercado, empresa e perfil de clientes exigem e merecem, mas o fato é que possuir profissionais de vendas responsáveis pelo hunting que possuam essa característica de se impressionarem com um cliente de alto potencial e de ficarem verdadeiramente loucos por conquistar esse cliente, faz uma grande, enorme diferença para as empresas.

Assim, você que líder e dirigente de equipes de vendas, observe nos seus trabalhos em conjunto com seu time, se ao cruzar com clientes de alto potencial seus vendedores exclamam “nossa” e ficam loucos de desejo de conquistar esse cliente para sua empresa ou se os mesmos olham de soslaio, dão de ombros e o tratam como se apenas fosse mais um em meio à multidão.

Se o primeiro caso, reconheça-o e ajude-o. Se infelizmente ele estiver mais inclinado para o segundo tipo, talvez seja a sua vez de exclamar:

“nossa; Aí você me mata”.

*Fonte: Scher Soares  (Consultor de empresas e presidente do Grupo Empresarial Triunfo. Visite o site: www.grupotriunfo.com ou envie um email para: scher.soares@grupotriunfo.com)

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“Encontro de trabalho sem planejamento são armadilhas que roubam seu tempo produtivo.”

Uma boa reunião funciona assim: quanto mais você planeja, mais bem sucedida ela tende a ser. Antes de agendar a próxima reunião, pense: ela é mesmo necessária? Qual seu objetivo? Será que posso usar outro canal para transmitir as informações, como a intranet da companhia ou um e-mail? Se todas as respostas continuam apontando para a necessidade de um encontro presencial, então é preciso considerar todos os detalhes para que ele seja rápido e eficiente. Veja abaixo o que levar em conta:

Passo 1: Defina o objetivo da reunião: tomada de decisão, alinhamento ou encontro meramente informativo. Assim fica fácil decidir quem participa.

Passo 2: Escolha o líder da reunião, mas nem sempre esse papel caberá a você. Ele deve ler a pauta e direcionar as discussões.

Passo 3: Convide as pessoas certas. Não adianta chamar analista se vai ser preciso tomar uma decisão no nível de diretoria.

Passo 4: Caso necessário, envie com antecedência o material do encontro (apresentação, gráficos, vídeos) para que todos possam analisa-lo.

Passo 5: Durante a reunião, muita atenção para que o foco no tema principal seja mantido.

Passo 6: O líder da reunião deve cobrar os desdobramento decorrentes do encontro.

*Fonte: Revista Você S/A

O Manual da Reunião Produtiva

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Agendamento a tempo. Existem as reuniões de emergência, mas também existem as que ocorrem em cima da hora porque algum gestor não se organizou.A antecedência necessária depende do tema e contexto: às vezes, 30 minutos de antecedência podem ser suficientes, e em outras vezes 48h pode ser pouco. Mas reuniões marcadas com 5 minutos de antecedência não produzirão decisões tão eficientes quanto as marcadas com tempo suficiente para os participantes reunirem e atualizarem informações.

Horário para encerrar. Toda reunião previamente agendada tem horário para iniciar, mas é comum não haver previsão de horário para encerrar.Algumas reuniões (por exemplo, assembleias realizadas entre pares, como as de condôminos ou trabalhistas) não devem mesmo encerrar sem ser por comum acordo, mas uma reunião de equipe de projeto ou entre membros de uma mesma organização pode e deve ser planejada para caber em um determinado horário, e a existência de uma hora marcada para o seu fim pode ser um instrumento adicional para manter a objetividade nas discussões.

Pauta preliminar. Todas as pessoas chamadas a participar devem saber, já no primeiro contato verificando sua disponibilidade para participar da reunião, quais os assuntos que serão tratados, e qual o objetivo de quem está promovendo o encontro (É para comunicar algo? Para decidir algo? Muda o que já se planejou?), para que possam responder e se preparar adequadamente.Definir uma pauta inicial, ainda que bem simples – pode ser distribuída em um simples e-mail informal – é essencial.

Pauta definitiva. Quando a reunião já estiver completamente agendada, é hora de divulgar uma versão mais completa da pauta, incluindo os temas originais e possíveis outros temas adicionais que tenham sido sugeridos por outros participantes, local e horário (de início e fim), e lista de quem estará presente.

Elenco de apoio: quanto maior o número de participantes sem interesse direto no assunto que estiver sendo tratado, maior será a complexidade (desnecessária!) da comunicação na reunião. Se você tem uma pauta bem definida, pode dispensar os participantes que foram chamados apenas para um ponto específico dela, assim que este ponto for tratado. Deixe isso claro desde o princípio, para que todos vejam isso como um ponto positivo, e não como uma rejeição!

Reunião não é sinônimo de assembleia. Pessoas que você gostaria que participassem da reunião apenas para que estejam informados, ou para o caso de terem alguma opinião, em geral podem fazê-lo apropriadamente a partir da leitura da pauta e da ata.

Uma reunião só com as pessoas envolvidas diretamente tem mais chances de ser produtiva – mas cuidado para não sofrer um “choque de realidade” pós-reunião: chame para o encontro também as pessoas que compreendem os detalhes práticos das situações em análise, e não apenas os tomadores de decisão.

Telefonemas e interrupções. É uma constante: quem está em uma reunião geralmente preferiria estar em outro lugar, e tem outras obrigações ocorrendo em paralelo.  A cortesia manda não deixar o celular levar vantagem: quem abriu mão de seus compromissos para estar no mesmo ambiente que você deve ser privilegiado com a sua atenção.

Cuidado com os detalhes de implementação. Quando a reunião ocorre entre pessoas que conhecem operacionalmente (a fundo ou não) o assunto em discussão, é comum que as discussões sobre “como” fazer algo sejam muito mais saborosas do que a mera decisão sobre “o que” fazer, que normalmente é o objeto da reunião.

Polarização e monólogos. A não ser que alguns participantes tenham sido designados como ouvintes, reuniões devem garantir voz e vez a todos os integrantes, pois as conclusões comprometerão igualmente a todos.

Ao perceber que um debate está se polarizando ou mesmo que algum participante está tentando impedir que outro conclua suas ideias, intervenha! Certifique-se que todos terão oportunidade de se expressar, se possível sem limitar o direito de réplicas.

Temas fora da pauta. Se durante a reunião surgirem temas não conexos aos da pauta mas apropriados ao público presente, o secretário deve tomar nota deles, e a reunião prossegue sobre os pontos originais da pauta.

Ao final da reunião, com base nas anotações, os temas extras podem ser colocados em discussão, ou agendados para ocasião futura (e este agendamento também deverá constar na ata ou registro da reunião).

*Fonte: Efetividade.net

 

 

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“ Sempre fui extremamente cuidadoso quando o assunto são pessoas, nomes e rostos. Além de ser uma questão de gentileza e educação, é também um sinal de bom caráter. Normalmente, alguém que é zeloso em suas relações é cuidadoso com suas tarefas e sua postura, coprometido com a disciplina, a ética e os bons resultados. Não é uma regra, mas, agindo assim, as chances de ter uma boa trajetória de carreira são grandes. Quem tem boa memória já começa em vantagem. Mas, se você não faz parte do sortudo grupo que consegue lembrar o nome de qualquer pessoa, mesmo que só tenha visto uma única vez, é bom ficar atento e , antes de um evento ou reunião, fazer o dever de casa. O planejamento é um grande aliado dos esquecidos. Procure descobrir com antecedência o nome de quem estará presente. Escreva os detalhes em um papelzinho para poder consultar em caso de emergência.

Apesar desses cuidados, nunca se está livre do imprevisto: encontrar um desconhecido. A primeira providencia é tratar de forma discreta com alguém que possa ajudá-lo a descobrir o nome esquecido. Se não  houver sucesso, nada de chamá-lo de ‘doutor’, ‘meu ilustre colega’, ‘meu grande amigo’. Isso já não cola mais. Apenas pergunte o nome.”

*Fonte: João Doria JR – Você S/A

Pensando nisso a Triunfo selecionou algumas dicas para memorizar nomes e rostos!Sempre que conhecer uma pessoa, preste atenção as seguintes regrinhas:

1. ATENDE BEM NA PESSOA. Não se distraia quando alguém lhe é apresentado.

2. ESCUTE BEM O NOME e tente vê-lo mentalmente.

3. OBSERVE BEM O ROSTO e repita o nome mentalmente ou, se isso lhe for possível, verbalmente: “Tenho muito prazer em conhecê-lo, Sr. Carlos”.

4. Observe os detalhes: rosto, mãos, vestuário, etc.

5. Faça associações com pormenores e repita o nome. Essas associações podem ser artificiais, divertidas e até ridículas.

6. Interesse-se por essa pessoa. Tente aprender o maior numero possível de coisas a seu respeito. Terá assim oportunidade de voltar a fazer associações.

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“Na minha profissão, preciso lidar com um público enorme, pessoas com historias e experiências completamente distintas umas das outras. Criar empatia com elas é importantíssimo. O meu maior exercício para fazer isso com sucesso é aceitá-las, com todas as suas diferenças. E  entender que, por outro lado, aos olhos delas eu também sou muito diferente. O que eu quero dizer com isso é que as pessoas precisam ser mais tolerantes, respeitar as diferenças.  Afinal de contas, ninguém é igual a ninguém.

Se todos aplicassem esse comportamento no mundo corporativo, teríamos um resultado incrível.  Vivemos um momento de muita intolerância, em que a saída foi se esconder atrás de computadores. Daí o sucesso das redes sociais. Em vez de conviver umas com as outras, se entenderem, e aprender a lidar com suas diferenças, as pessoas preferem se utilizar de uma parafernália digital que não revela quem você é. É mais fácil dizer que a bateria acabou ou mudar o perfil no facebook do que ser você mesmo, assumir suas falhas e virtudes e também as dos outros.

Ao nos colocarmos no lugar do outro, agimos de forma mais tolerante e sempre respeitosa. Com isso, as chances de um vínculo forte acontecer e de convivermos de maneira mais saudável, independente de nossas diferenças, são muito maiores.  E a vida fica muito mais simples assim”.

*Fonte: Ivete Sangalo – Revista Você S/A

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